A chuva não deu trégua mas mesmo a noite de sexta na Casa da Cultura teve muitas estrelas.
A abertura da exposição Fímbrias do Tempo, da artista plástica, poeta e compositora Gláucia Guerra foi marcada pela emoção. Após alguns anos de recolhimento, a artista trouxe a público uma retrospectiva da sua obra pictórica.
SEM TÍTULO (1993), Pastel seco s/ papel, 65 x
PLASMADO EM AMOR (1997), Acrílico s/ tela, 110 x
